I have a home lab where I do much of my study and testing about new things and tools, most of the them related to automation.
Here I will describe every step needed to reproduce all of my tests if you want to do so in your own lab.
I have a home lab where I do much of my study and testing about new things and tools, most of the them related to automation.
Here I will describe every step needed to reproduce all of my tests if you want to do so in your own lab.
Este é um re-post (trapaça), mas vale a pena.
Lembram de uma propaganda antiga que dizia: “Não é você que tem que se adaptar ao site, mas o site se adaptar à você” ?
Pois é, estamos chegando nesse ponto com os sistemas Linux também. Pra quem utiliza bem as ferramentas de provisionamento e gerência de configuração pra levantar os serviços de forma totalmente automatizada, pouco importa se o Linux é um RedHat family ou Debian por exemplo.
Continue reading “Os sistemas do futuro se adaptarão aos sysadmins, não o contrário.”
Mais um sobre Foreman e agora sobre como utilizá-lo com instâncias na AWS.
Vamos focar no Foreman em si e no mínimo necessário para sua instalação e integração com a AWS.
Ansible, CFEngine, Chef, Puppet, Rex, Salt… não dá mais para administrar sistemas sem uma ferramenta dessas hoje em dia. Aqui vamos falar sobre duas delas: Ansible e Puppet.
O objetivo é comparar brevemente as duas para ajudar quem está no momento de escolher uma delas e, pra quem já decidiu, fazer com que repense a decisão sejá lá qual delas tenha escolhido.
Essa apresentação foi feita no meetup DevOps Carioca, mas para o blog, achei melhor dividir em tres artigos, sendo:
1 – Puppet / Ansible – Exemplos
2 – Puppet / Ansible – Considerações
3 – Puppet / Ansible – Conclusão
Agora que vimos exemplos e considerações sobre similaridades e diferenças entre as duas ferramentas, vamos analisar e chegar à uma conclusão sobre qual delas usar de acordo com o cenário e o objetivo.
Pelo que vimos dos exemplos no post anterior, as ferramentas parecem similares. Porém, por funcionarem de formas completamente diferentes, você deve estar ciente das consequências das diferenças de arquitetura delas para saber qual se adequa melhor ao seu cenário.
Para começar, vamos mostrar alguns exemplos e ver como as duas ferramentas lidam com as coisas mais simples como facts, serviços, pacotes, arquivos e usuários.
Muito se argumenta sobre o Ansible ser ou não idempotente.
Minha opinião sobre isso vai um pouco além do “é” ou “não é”, mas mantenho um embasamento muito simples.
Por volta de 2006 eu queria juntar alguns conceitos legais que havia aprendido com appliances proprietários e aplica-los à servidores Linux na consultoria que eu estava.
O L-Series OS foi uma distro baseada em Gentoo com características peculiares que vão desde sua fácil configuração e customização ao espelhamento de sistemas em mais de um HD interno.
É a única distro que tenho notícia que, por dentro dela mesma, você podia instalar/remover/configurar o que quisesse e gerar uma nova imagem .iso para ser instalada em outras maquinas ou até mesmo para recuperar um servidor.
Escrevi o módulo puppet-rbaselines com um conjunto de coisas que costumo aplicar em todos os meus servidores. Nele, podem ser configuradas coisas como NTP, Swap, logrotate, mcollective, sysctl, parâmetros do SSHd etc. A maioria parametrizável.
A idéia de publicar este módulo (e outro:puppet-trollme – um módulo para trollar seus amigos) é principalmente me forçar a usar as boas práticas escrevendo módulos Puppet.