Como prometido anteriormente, neste post vou demonstrar como user o Foreman como provisionador em sua máquina usando VirtualBox.
Partirei da premissa que o Foreman já está instalado e com duas redes configuradas, como descrito aqui.
Como prometido anteriormente, neste post vou demonstrar como user o Foreman como provisionador em sua máquina usando VirtualBox.
Partirei da premissa que o Foreman já está instalado e com duas redes configuradas, como descrito aqui.
Continuando o post anterior, queríamos evitar alguns erros bem comuns já que estávamos desenhando os dois processos juntos.
Aprender com nossos erros é obrigação, mas aprender com os que erraram antes é melhor. Muitas decisões nos desenhos dos processos podem gerar conflitos e ineficiência lá na frente.
É claro que não há como prever tudo que pode dar errado, mas saber erros que queremos evitar é um direcionador muito importante.
É muito comum encontrar em empresas uma separação entre analistas que tratam problemas e analistas que tratam incidentes, seja dentro do mesmo time, em times separados ou até setores separados.
Eu acredito que essa abordagem gera mais problemas do que resolve e, além disso, discordo dos que dizem que o ITIL recomenda assim pois, o ITIL diz muita coisa, mas ele não diz o *como implementar*.
Por outro lado, se um cargo capacita a pessoa, minha opinião deve mesmo estar errada frente ao número de pessoas capacitadas que implementaram dessa forma.
Aqui reflito sobre essa questão e porque eu faria diferente.
Continuando a série de artigos sobre o Foreman (Foreman como ENC para o Puppet e Foreman: instalação), trago aqui a apresentação entitulada “Foreman como provisionador” feita no Meetup DevOps Carioca 26/01/2017 .
Para mais detalhes, veja este post sobre o assunto.
Em 2014 estávamos construindo um novo Datacenter e um membro de outra equipe disse que estava enviando alertas de sua ferramenta de monitoramento via WhatsApp (em vez de sms). Gostei da idéia, mas claro que a coisa não parou no simples envio de alertas !
Como eu nunca tinha ouvido falar em ChatOps chamei de skynet-client, pois o envio de mensagens foi apenas a 1a fase do que, no final, proporcionava às máquinas falarem e tomarem decisões entre si.
No artigo passado vimos a instalação do Foreman. Neste vamos ver algumas de suas funcionalidades como classificador externo (ENC) para o Puppet.
Há muita documentação sobre Puppet relacionada à boas práticas em organização de módulos, roles, profiles, dados, parâmetros etc e o objetivo aqui não é falar deste assunto. Vamos apenas exemplificar, de forma objetiva, um cenário hipotético demonstrando alguns recursos do Foreman para classificação no Puppet.
O Foreman se apresenta como uma ferramenta completa para o gerenciamento do ciclo de vida de servidores físicos e virtuais e, pra essa missão, se integra com diversas plataformas e ferramentas (VMware, AWS, OpenStack, Puppet, Ansible, Salt, Chef, DNS, DHCP, TFTP etc).
Ele provisiona servidores físicos e virtuais, os classifica utilizando sua ferramenta de gerenciamento de configuração e exibe em sua dashboard informações sobre os hosts, mudanças etc.
Nesse post vamos ver sua instalação e configuração básica.
Lembram de uma propaganda antiga que dizia: “Não é você que tem que se adaptar ao site, mas o site se adaptar à você” ?
Pois é, estamos chegando nesse ponto com os sistemas Linux também. Pra quem utiliza bem as ferramentas de provisionamento e gerência de configuração pra levantar os serviços de forma totalmente automatizada, pouco importa se o Linux é um RedHat family ou Debian por exemplo.
Continue reading “Os sistemas do futuro se adaptarão aos sysadmins, não o contrário.”
Se você vai tollar alguém, por que não fazer isso pelo Puppet ?
Qual sysadmin nunca colocou alguma brincadeira no /etc/motd do servidor de outro coleguinha, ou fez um alias de diversos comandos para o clássico ‘sl’, ou mesmo mudou a shell padrão de bash pra ksh ?
O módulo trollme contém classes e resource types que podem apenas causar surpresa ou até mesmo destruir o sistema inteiramente, mas claro, de forma divertida.
Este artigo é originalmente de 24/07/2008 e ficou por aí vagando na Internet repostado em diversos sites até hoje (peguei agora de Load balance para novatos).
O tema era bem popular na época e havia muita gente implementando isso… logo, muita gente fazendo certo e muita gente fazendo errado.
Quem copiava scripts de HOWTOs sem entender o que estava fazendo invariavelmente depois vinha no IRC e nas listas falando sobre a façanha e os problemas (quando perguntavam no canal do slackware então, mandávamos ir pro canal do debian).
Pra não ter que explicar sempre a mesma coisa toda hora, escrevi o artigo e a partir dali era apenas: “toma o link”. Era tanto “toma o link” que eu mandava (como disse, era um assunto em alta na época), que eu economizei muito tempo por ter escrito este post.