Foreman: instalação

O Foreman se apresenta como uma ferramenta completa para o gerenciamento do ciclo de vida de servidores físicos e virtuais e, pra essa missão, se integra com diversas plataformas e ferramentas (VMware, AWS, OpenStack, Puppet, Ansible, Salt, Chef, DNS, DHCP, TFTP etc).

Ele provisiona servidores físicos e virtuais, os classifica utilizando sua ferramenta de gerenciamento de configuração e exibe em sua dashboard informações sobre os hosts, mudanças etc.

Nesse post vamos ver sua instalação e configuração básica.

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Os sistemas do futuro se adaptarão aos sysadmins, não o contrário.

Lembram de uma propaganda antiga que dizia: “Não é você que tem que se adaptar ao site, mas o site se adaptar à você” ?

Pois é, estamos chegando nesse ponto com os sistemas Linux também. Pra quem utiliza bem as ferramentas de provisionamento e gerência de configuração pra levantar os serviços de forma totalmente automatizada, pouco importa se o Linux é um RedHat family ou Debian por exemplo.

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Módulo Puppet para diversão: trollme

Se você vai tollar alguém, por que não fazer isso pelo Puppet ?

Qual sysadmin nunca colocou alguma brincadeira no /etc/motd do servidor de outro coleguinha, ou fez um alias de diversos comandos para o clássico ‘sl’, ou mesmo mudou a shell padrão de bash pra ksh ?

O módulo trollme contém classes e resource types que podem apenas causar surpresa ou até mesmo destruir o sistema inteiramente, mas claro, de forma divertida.

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Puppet e AWS: subindo uma EC2

Este artigo é o primeiro de uma série sobre Puppet e AWS.

A integração do Puppet com a AWS funciona bem e é um assunto que desperta interesse em muita gente. Há boa documentação na Internet sobre o tema, mas aqui escrevo para as pessoas que já pesquisaram sobre o assunto e acabaram desistindo por terem achado que seria muito complexo e/ou trabalhoso realizar esta integração.

Digo isso pois a maior parte dos materiais que encontrei eram extensos, detalhados e sem exemplos práticos. Eu particularmente gosto desse tipo de documentação que te explica os conceitos, como a coisa funciona e depois te deixa livre pra implementar do seu jeito. Porém, essa abordagem só funciona se você dispuser de tempo e paciência para realmente compreender o assunto antes de meter a mão na massa, pois caso contrário, é bem provável que não funcione, perca o interesse no assunto e desista.

Por isso, nesta série de artigos, a abordagem utilizada será: “Vamos botar pra funcionar. Viu que não é tão difícil ? Depois você estuda detalhadamente cada uma das opções dos resources…”.

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